4 de maio de 2009

Opiniões que Marcam


Construímos o edifício da marca de Portugal no mar. Fizemos a história dos descobrimentos a ler no céu os caminhos das estrelas. Fomos, nessa medida, os primeiros a descodificar o ciclo da natureza que liga o céu e o mar, num sistema oceano-atmosfera onde, imperceptível a olho nu, circula uma imensa massa de energia e de biliões de litros de água.



É da energia do “oceano” de Évora, património da humanidade e quem sabe o cais de um novo progresso, que vos quero falar.



O Alentejo é um mar de planícies, um mar de um tempo sem pressas, mas para quem aqui já esteve numa daquelas noites mágicas de verão, sabe que o m’ar que aqui se respira e nos hipnotiza é um m’ar de céu, um m’ar de estrelas, um m’ar de ar.



Évora é a capital do mar do céu de Portugal. E se pensam que se trata apenas de poesia, no Aeródromo de Évora está a nascer o futuro centro aeronáutico do País, ao nível da formação, dos investimentos industriais e das actividades turísticas do céu.



 


Na formação, a prestigiada Academia Aeronáutica de Évora, entre outros cursos, qualifica cerca de 700 pilotos por ano.



 


Na indústria, a Embraer, o gigante brasileiro da aviação, vai investir 169 milhões de euros na instalação de duas fábricas.



 


E no turismo, o paraquedismo, o skysurf, o aeromodelismo, o salto em queda livre e o extraordinário Portugal Air show mostram, bem alto, as Asas de Portugal.



 


Não escondo o orgulho que me dá falar das m’arcas de céu de Évora, e de orgulhosamente assumir a paternidade da “heavenly inspired” marca hoteleira, www.mardearhotels.com, criada pela Ivity, a olhar para o céu de Évora e onde convive o melhor da nossa história, com o mais contemporâneo design.
Portugal tem tudo para trazer do passado o mar, que pode voltar a ser o nosso futuro.



 


Se ao turismo onírico juntarmos o elevado nível de educação em engenharia aeronáutica, a nossa qualidade de trabalho a custos competitivos, o bom tempo (factor normalmente desprezado, mas indispensável à indústria aeronáutica) e a vontade pública, podemos criar em Évora uma grande marca de céu.



 


É que, apesar da crise, os novos caminhos do mundo vão certamente fazer-se no céu, esse grande m’ar de ar, pelo que precisamos de aproveitar a maré e construir muitas marcas com asas, capazes de fazer Portugal voar, cada vez mais alto.

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